Diálogos – restaurante da Rua do Catete, Ryo

A Rua do Catete é um cenário muito interessante. Gosto de observar o cotidiano dos caryocas  que vivem por ali. A dona-de-casa que passa com as sacolas de frutas e verduras, a criançada indo pra escola, o senhor de boina lendo o jornal, o taxista sintonizando uma rádio, a mulata que vai pro trabalho, o casal de idosos caminhando len-ta-men-te… ao fundo, estáticos, os casarões (felizmente) preservados observam a vida passar.

Parágrafo bonitinho, rs… mas quedê os marydos desse post?

Tá, chega de fazer a linha poeta. Confesso: adoro 01 garçom de  01 restaurante na Rua do Catete, rs! <3 Todo trabalhado na agilidade, no bom atendimento, no sorriso… e, para a nooooooossa alegria, o bofe trabalha de terno, além de usar um ~anel de micheline~ no dedo polegar (leia-se típico cara da ZN que sabe fazer o lelelê, rs). APHE, passo mal quando ele me atende!

*todas desconcentra e derruba o garfo*

Vem cá, quem acha que isso é mais um motivo pra gostar da Rua do Catete? o/ PÁ!

Deu-se que, indo pagar a conta, ainda umidificando pela proposta polegar, puxo conversa com a atendente de caixa  – que parecia ser muito simpática.

– Boa tarde! Tudo bem?! *joga o carisma*

– Tudo, e vc? *educada*

– Tranquilo, rs. Aê, vc tem o melhor emprego desse restaurante… *entrega a conta e o cartão*

– Pq é o melhor? *fica curiosa*

– Pq tem uma tv enorme de frente pra vc… e, além disso, vc ainda fica vendo aquele garçon lindo que trabalha aqui, rs. *indica a proposta polegar pra ela sissituar*

– HAHAY! *bate palma, joga a cabeça pra trás e mostra 05 albiturações*

– Que foi? Vai dizer que ele não é bom? *indignado*

– Juntando os homens daqui tudinho, num dá um homem bom! *faz a ryca*

– Mulher, como vc é exigente, rs!

– Sou nada, ele é um gatinho mesmo… mas acho que vc tá brincando comigo. *confusa*

– BRINCANDO? Tô falando sério, gatha! Um homem desses… eu lavaria as cuecas no sabão de côco, todo santo dia! *desabafo*

– HAHAY! *começa a acreditar em mim*

– Faz o seguinte: depois do expediente, encosta nele… e diga que tem um cliente que gostaria de conhecê-lo. Daí a gente vê o que ele diz, rs…

– Tá! *dá uma resposta curta e se concentra fortemente na maquininha do cartão, rs*

– Brygada! *recebe a nota fiscal e o cartão*

– Mas eu acho que ele não “curte”… *joga água fria*

– Ei, deixe de ser da oposição! Não vou mais te convidar pra ser a madrinha, rs! *faz chantagem*

– Tá bom… pode deixar que eu vou dizer!

OREMOSH.

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Vídeo phopho

Domingo de noite, hora de ficar deitadão vendo o fantástico organizar as coisas pra semana, néan?! Eu trabalho pra caramba… e, pra completar, ainda inventei esse treco de virar blogayro, rs! Aliás, recebi um comment de um leitor do EBDM com 01 link muito, mas muuuuuuuito phopho! BRYGADA por colaborar, galera!

Esse vídeo é para vc, queryda, q também acredita na lenda da piroca dourada q se esconde atrás do monte, rs. Ela ecsiste! <3

*todas suspira*

EIKE LYMDO! Emocionada feat inspirada feat shorando monange! GrazaDeus que a busca do marydo já acabou pra alguém, rs… seria bem mais fácil se a partir de agora reproduzissem esses bofes na China e entregassem em domicílio. Fikdik pra Xesus!

Ah, depois de um caso desses, chego a me perguntar: onde está a maldade dos gays, que o povo tanto procura? Na real, a gente sabe que maldade não falta, rs… mas a pergunta soava bem, daí tive que escrevOH WAIT :x Bom, desejo muitas felicidades ao casal… e espero que em breve eles publiquem o pedido de casamento!

Pra finalizar, fiquem com a rephlexão da João em 5’23”:

“Qual é a única coisa que eu não suporto comer? E você sabe que eu como de tudo, né?!”

OI?

Festival de Cinema do Ryo

Jent, tá rolando o Festival de Cinema do Ryo – leia-se ‘evento descolado para postar no face‘, rs! Uma das várias mostras da edição é dedicada ao público gay, e está distribuída nos principais cinemas da cidade.

Na noite de sábado, eu fui LIKE A DIVA para uma estréia no ungido Sesc Estação Botafogo, mas os ingressos já estavam esgotados :( Fiquei shatiadérrima, quase deitando na BR! Brasileyro é assim: sempre deixa pra resolver tudo em cima da hora, e acaba se fodendOH WAIT :x Pra superar a derrota, comprei logo o ingresso pro dia seguinte e guardei na alça do sutiã #BRINKS

Novamente no cinema, fui dar pinta no café, fazendo a linha ~contemporânea~. Pedi qualquer coisa naquele cardápio que ninguém entende porra nenhuma, enquanto ovulava horrores vendo os bofes que chegavam para o filme… muuuuuita proposta interessante! APHE! Tudo trabalhado na carinha de bom filho, na barbinha, na camisa quadriculada e no oclão… entrei na fila com o sorriso honesto de quem já tinha o ingresso no bolso, e morri de pena ao ver alguns bofes que chegaram após a lotação.

Embora tenha ficado híper mal posicionado dentro da sala (atrás de rashas com roupas vintage, e do lado de gordinhos com 40 e poucos anos, rs), tive uma experiência marcante… sabe aqueles filmes que todo mundo tem que ver uma vez na vida? Poisé. Acrescente ‘Call me Kuchu’ na sua lista. Se lhiga no trailer:

*todas se emociona*

Tá vendo que o Festival é baphônico, néan? Então se joga na programação e nos marydos em potencial, rs!