EBDM ensina – Elementos virilizantes

Todo mundo (i) conhece um bofe no trabalho por quem deitaria na BR, (ii) escolheu um táxi pelo taxista e pagou bandeira dois sem reclamar, (iii) pediu informações para um PM-escândalo mesmo sabendo precisamente para onde vai… (n-1) quer ser atendido por ~um garçom em especial~ quando vai “naquele” restaurante, (n) torce pro calção do surfista magya cair quando ele vem saindo da praia, rs.

O que esses bofes têm em comum? EBDM responde todo trabalhado no empirismo: eles têm um ou mais elementos virilizantes!

*todas fica surpresa*

VAMO CONFERIR? Então pega seu caderno da Galinha Pintadinha, pensa no último bofe que vc pegou e marque quais dos ítens virilizantes abaixo ele tem.

:: Camisa de time

O verdadeiro torcedor veste a camisa do seu time incondicionalmente. Não importam as incertezas do campeonato. Considere, ainda, todas as memórias (títulos, glórias e momentos marcantes) que a camisa do time carrega… saiba que o bofe que veste a camisa do time trás toda essa simbologia para a vida do casal. Bom, se o seu bofe veste, levante as mãos pro céu, gatha! Dorme tranquila, pq fidelidade e dedicação não vão faltar em campo!

Camisa de time:: Relojão

Demonstra que o bofe é elegante, tem (e valoriza) requinte e boa aparência. Como a última função do relojão é indicar as horas, rs, vários bofes usam esse elemento mesmo sem estar funcionando, apenas pra compor o ~look~.

Exemplo de um relojão

:: Correntona

Sabe aquele cara que vai pro trabalho, depois joga futebol e termina na mesa de bar? Uma pessoa aparentemente normal, numa rotina aparentemente normalSÓ QUE JAMAISH! Se existe uma correntona debaixo do uniforme/macacão/camisa/regata, pode sensualizar, que o negócio vai render, rs… esse elemento normalmente representa todo um vigor físico e desempenho sexual. Acooooorda, menyna! Se liga na correntona, rs!

Correntona

:: Tenisão

Nada de mimimi. Bofe prático, ágil, que curte atividades ao ar livre… não está muito preocupado em sair de casa combinando a cor do cadarço com a linha da camisa e o detalhe do oclão, rs. Antes de tudo, quer se sentir confortável e pronto pra qualquer parada. Esportista (embora amador), se preocupa com o básico (com qualidade, claro), e tem que ter um tenisão.

Exemplo de um tenisão

:: Barbinha

O gene viril, rs. Se bem cuidada, a barbinha pode transmitir segurança, experiência e atenção. É um agente estimulante poderoso, comumente utilizado no pescoço, barriga, costas ou… bom, deixa pra lá, rs. 01 desabapho: fico passado com os barbinhas que preferem estar sempre lisinhos! :(

Barbinha

CONPHERIRAM? Quais ítens virilizantes o seu último bofe tinha? Postem os resultados de vocês!

No próximo telecurso 2000 EBDM ensina, vamos aprender sobre ~elementos afeminadores~, rs. Até lá!

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Vídeo phopho

Domingo de noite, hora de ficar deitadão vendo o fantástico organizar as coisas pra semana, néan?! Eu trabalho pra caramba… e, pra completar, ainda inventei esse treco de virar blogayro, rs! Aliás, recebi um comment de um leitor do EBDM com 01 link muito, mas muuuuuuuito phopho! BRYGADA por colaborar, galera!

Esse vídeo é para vc, queryda, q também acredita na lenda da piroca dourada q se esconde atrás do monte, rs. Ela ecsiste! <3

*todas suspira*

EIKE LYMDO! Emocionada feat inspirada feat shorando monange! GrazaDeus que a busca do marydo já acabou pra alguém, rs… seria bem mais fácil se a partir de agora reproduzissem esses bofes na China e entregassem em domicílio. Fikdik pra Xesus!

Ah, depois de um caso desses, chego a me perguntar: onde está a maldade dos gays, que o povo tanto procura? Na real, a gente sabe que maldade não falta, rs… mas a pergunta soava bem, daí tive que escrevOH WAIT :x Bom, desejo muitas felicidades ao casal… e espero que em breve eles publiquem o pedido de casamento!

Pra finalizar, fiquem com a rephlexão da João em 5’23”:

“Qual é a única coisa que eu não suporto comer? E você sabe que eu como de tudo, né?!”

OI?

EBDM em Sampa – proposta perfil

Na noite em que iria pra festa Gambiarra com a proposta terno, havia recebido uma séria advertência do meu amygo com quem estava dividindo quarto na viagem pra Sampa: Mulhé, melhore! Vc tem que ir sozinha pros barzinhos da Augusta! Vc chegou lá com o bofe, foi?! HAHAY

xxxxxxxxxxxxxxXPAHHH na minha cara! :~(

Fiquei em estado de profunda rephlexão com o comentário dele, que supostamente queria o meu bem, rs. Carregado de novas conviçcões, logo mais estava lymda e bem penteada, caminhando para a Augusta. Sozinha, pq ninguém que se preze já chega lá com o bofe, nao é meshmo?! #BRINKS Na real, ele apenas me estimulou a conhecer melhor as opções da famigerada rua. Na noite anterior, como fui acompanhado, seria deselegante não focar em outra coisa senão na companhia e na conversa…

Realmente, a percepção sobre a rua foi bem melhor. Diversos pubs, points alternativos, bares com apresentações stand-up comedy e, claro, ~motéis urbanos discretos e higiênicos~, rs… fachadas iluminadas, vibrantes. Calçadas lotadas com gente de todas as tribos. A Augusta seria para Sampa o que a Lapa é para o Ryo, e a Cidade Baixa é para Porto Alegre.

Entrei num bar que tinha a iluminação interessante. Peguei uma mesa logo na entrada, pra revistar quem entra e quem sai, rs. De início, o bar foi uma boa escolha, pois o lugar era realmente bacana… mas ao ver que a grande maioria das mesas estavam apenas com casais ou turminhas, concluí que ali não seria um bom lugar para solteiros :( É, a coisa não tá fácil pra ninguém, rs… situações como essa requerem o uso imediato do ativômetro cilíndrico digital – dispositivo identificador de marydos. Foi o que fiz. Num segundo, o ativômetro começou a pulsar apontando para o balcão, onde vi uma proposta híper interessante, sozinha. Ele estava sentado de perfil num desses bancos altos próximo ao balcão. Sapatênis, jeans bem escuro, camisa quadriculada em vermelho e branco (sabe aquela estampa que só o príncipe Harry tem? Poisé), todo trabalhado na barbinha e relojão. Lindo! Um gole do drink aqui e ali, jamais olhava para o celular… realmente, o bofe não estava esperando ninguém.

*todas comemora*

Chamei o garçom, perguntei o que a proposta perfil estava tomando, e pedi a mesma coisa. Por sorte, quando fui indicar o bofe, nossos olhares se cruzaram. Contato inicial? CONPHERE! Claro que quando ele saiu da minha mesa, voltei a olhar pra proposta, fazendo a linha ~topo fácil~, rs. Ele mandava aquele sorriso leve, dando abertura… desviava o olhar, voltava… e eu firme e forte. Foco? NELE E EM MOINTOS OUTROSH APENAS NELE! O vai-e-vém de pessoas atrapalhava nosso contato visual. Numa dessas, após um grupinho passar, fiz um sinal discretamente, perguntando se eu poderia chegar até lá pra conversar… aquela coisa: não sou daqui, nem vim pra ficar, rs… o bofe confirmou, fazendo um gesto com a cabeça. Coragem? NÍVEL RAMBO NA FRONTEIRA DA COLÔMBIA, RS.

Ligeiro como quem rouba, fui para o balcão ao encontro da proposta perfil. Sempre muito simpático, já cheguei com um tapinha nas costas, estirando a mão para cumprimentá-lo. Até que ele se virou e…

*pausa dramática com música TEMÇA*

Não apertou minha mão. Não apertou, pois não tinha o outro braço :o Sensibilizada, surpresa, passada! O que fazer? Eu não reajo bem com imprevistos. A proposta, que certamente já passou por isso, agiu híper naturalmente, todo amigável. Ficou surpreso? Dei uma batidinha na perna dele, pedindo desculpas. Ele riu, tomando um gole do drink, super à vontade. Relaxa…

Outro nível de gente, né? Depois da tensão inicial, começamos a interagir melhor… ah, claro que ninguém falou sobre acidente, pelamor! Disparamos a falar sobre viagens. Nordeste, sudeste, sul… metrópole, interiorzão… praia, serra, sítio, cidade… clima, sabores, pessoas, situações… por algum link, a conversa entrou para a parte de empreendedorismo e negócios – a praia dele, que acho interessantíssima, o que deixou a coisa mais envolvente. Pense num cara gente boa e bom de papo! APHE! Após várias generalidades, ele soltou aquela indireta-cativante-nada-a-ver-com-o-contexto. Que veio procurar aqui no bar? Comecei a rir, despreparado para a pergunta, rs. Ele mordeu o lábio com um ar de riso, se levantou e deu um super abraço. Hmmmmmmm, delícia, rs! Bem, espero que um buraco pro inferno não se abra aqui no quarto, e um priquito sujo gigante tente me arrastar para lá após esse comentário, rs: achei o meio-abraço desconfortável… foi estranho ter só uma mão nas minhas costas! Ah, mas claro que adorei a proposta perfil e a iniciativa do abraço! Enphim. E o cangote, vamo conferir? Eike homem cheiroso! Rolou um beijo também, rs… mas como o bar era aparentemente hétero, rs, achamos que a cena já estava muito forte para o local e fomos desacelerando.

Todo mundo sentadinho de volta, terminando o drink, rs, comentei que estava passando o feriadão em Sampa com um amygo, e que iria pra uma festa mais tarde. Ele disse que encontraria sua turma em outro bar logo mais. Desencontros… mas uma ótima lição: não é porque a coisa é casual que tem que ser desinteressante.

Pedimos as contas. Saindo do bar, ainda conversando sobre qualquer coisa, nos despedimos. Ele desejou que aproveitasse Sampa, e que voltasse mais vezes. Eu agradeci por tudo, e fui embora pra Gambiarra.

Festival de Cinema do Ryo

Jent, tá rolando o Festival de Cinema do Ryo – leia-se ‘evento descolado para postar no face‘, rs! Uma das várias mostras da edição é dedicada ao público gay, e está distribuída nos principais cinemas da cidade.

Na noite de sábado, eu fui LIKE A DIVA para uma estréia no ungido Sesc Estação Botafogo, mas os ingressos já estavam esgotados :( Fiquei shatiadérrima, quase deitando na BR! Brasileyro é assim: sempre deixa pra resolver tudo em cima da hora, e acaba se fodendOH WAIT :x Pra superar a derrota, comprei logo o ingresso pro dia seguinte e guardei na alça do sutiã #BRINKS

Novamente no cinema, fui dar pinta no café, fazendo a linha ~contemporânea~. Pedi qualquer coisa naquele cardápio que ninguém entende porra nenhuma, enquanto ovulava horrores vendo os bofes que chegavam para o filme… muuuuuita proposta interessante! APHE! Tudo trabalhado na carinha de bom filho, na barbinha, na camisa quadriculada e no oclão… entrei na fila com o sorriso honesto de quem já tinha o ingresso no bolso, e morri de pena ao ver alguns bofes que chegaram após a lotação.

Embora tenha ficado híper mal posicionado dentro da sala (atrás de rashas com roupas vintage, e do lado de gordinhos com 40 e poucos anos, rs), tive uma experiência marcante… sabe aqueles filmes que todo mundo tem que ver uma vez na vida? Poisé. Acrescente ‘Call me Kuchu’ na sua lista. Se lhiga no trailer:

*todas se emociona*

Tá vendo que o Festival é baphônico, néan? Então se joga na programação e nos marydos em potencial, rs!